Feira Literária de Macaúbas

Tia Orora Idalina Guedes do Amaral

Um exemplo de amor, fé e cultura que deixou raízes eternas no coração de Macaúbas.

1926 — 2026

Conhecer sua história
Retrato de Tia Orora — Idalina Guedes do Amaral
Tia Orora em seu cotidiano em Macaúbas

Uma vida dedicada a Macaúbas

Idalina Guedes do Amaral, conhecida carinhosamente como Tia Orora, nasceu em 27 de novembro de 1926, em Macaúbas, cidade onde construiu toda sua história de vida e dedicação à comunidade. Faleceu em 22 de setembro de 2026, deixando um legado de compromisso ao próximo, generosidade e dedicação.

Casou-se com José Benedito do Amaral, o Zé Benedito, maestro da Filarmônica Nossa Senhora da Imaculada Conceição, compartilhando com ele o amor pela música e pela cultura local. Juntos, fizeram de suas vidas uma celebração constante das tradições macaubenses.

"Seu nome permanece na história da cidade como exemplo de humanidade, devoção, alegria e compromisso com as tradições locais."

As contribuições de Tia Orora

Educação e Cultura

Contribuiu para a educação em Macaúbas de forma significativa, apoiando as ações culturais desenvolvidas pelo antigo Ginásio Estadual de Macaúbas, atual CETEP. Seus relatos, músicas e contos populares enriqueceram obras e publicações sobre o folclore macaubense.

Paixão pela Música

Apaixonada pela música, foi uma talentosa musicista e tocava saxofone, aprendizado adquirido na antiga Filarmônica Feminina. Sua arte musical ecoou pelas ruas e celebrações de Macaúbas, inspirando gerações.

Tradições Populares

Amava as tradições populares e ajudou a fortalecer os festejos juninos da cidade, criando o primeiro bloco junino local: "Pinrimpimpim". Um marco na história cultural de Macaúbas.

Fé e Devoção

Sua fé católica marcou profundamente sua trajetória. Tornou-se referência nas celebrações religiosas, especialmente na tradição da oferta de flores ao Coração de Maria, preservada até hoje.

A Mocidade em Flor

Foi uma das organizadoras do Terno de Reis "A Mocidade em Flor", mantendo viva uma importante manifestação cultural e religiosa de Macaúbas que perdura como patrimônio imaterial da cidade.

"Um exemplo de amor, fé e cultura que deixou raízes eternas no coração de Macaúbas."
— Sobre o legado de Tia Orora

Momentos que marcaram uma vida

1926

Nascimento — Idalina Guedes do Amaral nasce em 27 de novembro, em Macaúbas, Bahia.

1940

Filarmônica Feminina — Aprende a tocar saxofone na antiga Filarmônica Feminina, descobrindo sua paixão pela música.

1950

Casamento — Une-se a José Benedito do Amaral (Zé Benedito), maestro da Filarmônica Nossa Senhora da Imaculada Conceição.

1960

Bloco Pinrimpimpim — Cria o primeiro bloco junino de Macaúbas, fortalecendo os festejos populares da cidade.

1970

Terno de Reis — Organiza o "A Mocidade em Flor", preservando a tradição cultural e religiosa do Terno de Reis.

1990

Educação e Folclore — Contribui com o Ginásio Estadual (atual CETEP), enriquecendo publicações sobre o folclore macaubense com seus relatos e contos.

2026

Partida — Em 22 de setembro, Tia Orora parte, deixando um legado eterno de amor, fé e cultura para Macaúbas.

A FLIMAC celebra quem fez história

A Feira Literária de Macaúbas reconhece em Tia Orora a essência daquilo que nos move: a preservação da memória, a valorização das raízes culturais e o amor profundo pela nossa terra. Sua vida foi um livro aberto de dedicação, escrito com as tintas da música, da fé e da tradição popular.

Ao homenageá-la, a FLIMAC reafirma seu compromisso com a cultura viva de Macaúbas — aquela que pulsa no coração do povo, nas festas juninas, nos ternos de reis, nas filarmônicas e em cada história contada de geração em geração. Tia Orora é a alma dessa cultura.

Feira Literária de Macaúbas — FLIMAC

Memórias de Tia Orora

Tia Orora em momento de leitura em sua casa em Macaúbas
Tia Orora em seu cotidiano
Painel biográfico de Tia Orora — Idalina Guedes do Amaral
Biografia de Tia Orora
Tia Orora — guardiã das tradições de Macaúbas
Guardiã das tradições
Homenagem à memória de Tia Orora
Memória e legado
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias
Memórias de Tia Orora
Memórias

"Há pessoas que não partem, apenas florescem na memória de quem ficou."